terça-feira, 3 de julho de 2012

Guiné-Bissau: Governo de transição prevê menos crescimento económico


Bissau, 03 jul (Lusa) - A Guiné-Bissau deverá ter um crescimento económico em 2012 de 2,8 por cento, abaixo dos 4,5 por cento inicialmente previstos pelo FMI, disse hoje o porta-voz do Governo de transição, Fernando Vaz.
De acordo com estimativas do Fundo Monetário Internacional, feitas em dezembro do ano passado por Alfredo Torres, representante residente da instituição, o país cresceu em 2011 cerca 5,3 por cento, prevendo-se que este ano o crescimento fosse de 4,5 por cento, um número agora revisto em baixa pelo Governo de transição.
Num balanço do primeiro mês do governo de transição, Fernando Vaz, acompanhado dos ministros da Justiça e da Administração Territorial, passou em revista todos os setores e deixou uma garantia: "o nosso compromisso vem sendo honrado com seriedade, esforço e responsabilidade de Estado."

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ANEDOTA: CONTAR OU OUVIR,TAMBÉM É UMA FORMA DE SE RELAXAR


Titulo: Detalhe
MORTE POR CONFUSÃO
(Esta carta foi encontrada no bolso de um suicida)
Sr. Delegado
Não culpe ninguém pela minha morte, deixei esta vida porque,
 dias mais que eu vivesse, acabaria morrendo louco.
Eu explico porquê: Sr. Delegado, tive a desdita de casar-me com
 uma viúva a qual tinha uma filha. Se eu soubesse o meu destino
 Sr. Delegado jamais teria casado. Meu pai para a maior desgraça,
 era viúvo e quis a fatalidade que ele casasse com a filha da minha
 mulher. Resultou que minha mulher tornou-se sogra do meu pai,
 minha enteada, ficou sendo minha mãe, e meu pai ao mesmo tempo
 meu genro. Após alguns anos, minha enteada deu à luz um menino
 que tornou-se meu irmão, porém, neto da minha mulher, de maneira
 que eu fiquei sendo avô do meu irmão.
Com o decorrer do tempo minha mulher também deu à luz um menino,
 que, como irmão da minha mãe, era cunhado do meu pai e tio do seu
filho, passando minha mulher a ser nora da sua própria filha, e eu Sr.
Delegado, fiquei sendo pai da minha mãe, irmão do meu pai e do meu
 filho. Minha mulher ficou sendo minha avó, já que era mãe da minha
mãe. Sendo assim Sr. Delegado, acabei sendo avô de mim mesmo.
Portanto Sr. Delegado, a coisa complicou-se tanto que resolvi deserdar
 deste mundo.

Perdão Sr. Delegado

fonte:portal das anedotas www.anedotas.cc

domingo, 1 de julho de 2012

GUINÉ-BISSAU:CARTA DE TRANSIÇÃO DE 2003

KUMBA IALA, O VIGARISTA,  VIOLOU A CARTA DE TRANSIÇÃO REDIGIDA EM 2003 E QUE LHE IMPEDIA ,NUM PERÍODO DE 5 (CINCO) ANOS,DESENVOLVER QUALQUER ACTIVIDADE POLITICA DENTRO DO PAÍS.
A HISTÓRIA NÃO TERMINOU AQUI,O VIGARISTA,PARA CONCRETIZAR OS SEUS PLANOS,FEZ QUESTÃO DE MATAR O GENERAL VERÍSSIMO SEABRA (EX. CEMGFA) COM A AJUDA DOS SEUS PUPILOS SELVAGENS.UM DOS ASSASSINOS FOI O TAGME.
O OBJECTIVO PRINCIPAL DE KUMBA IALA,ERA ESTAR LIVRE DE QUALQUER IMPEDIMENTO PARA PODER PARTICIPAR LIVREMENTE NAS ELEIÇÕES PRESIDÊNCIAS DE 2005,SÓ QUE O TIRO LHE SAIU PELA CULATRA PORQUE NINO VIEIRA CONSEGUIU DAR VOLTA POR CIMA  E REGRESSOU AO PAÍS PARA CONCORRER ÀS ELEIÇÕES.
NAQUELA ALTURA ,NINGUÉM SE LEMBROU DE FALAR DE VIOLAÇÕES DA CONSTITUIÇÃO E DA LEI ELEITORAL,TODOS ERAM "CEGOS."E "SURDOS." 

SR.GOVERNADOR,SERIFO NHAMADJO,O POVO DA GUINÉ-BISSAU QUER É A INDEPENDÊNCIA ABSOLUTA E REAL SOBERANIA.NÃO QUEREMOS E NEM PRECISAMOS DAS AJUDAS NA CONDIÇÃO DE UMA PROVÍNCIA .


Independência é a desassociação de um ser em relação a outro, do qual dependia ou era por ele dominado. É o estado de quem ou do que tem liberdade ou autonomia.

Em Política, o conceito de independência de um país ou território é a conquista e manutenção da sua soberania política e econômica, que pode serabsoluta ou relativa.
independência absoluta diz respeito aos estados que possuem integral governo de seus atos, no plano interno, regido ou não pelo Estado de Direito. Diz-se relativa a Independência quando o ente goza de determinadas competências que lhe são exclusivas, e que devem ser respeitadas pelo ente hierarquicamente superior (por exemplo: o estado ou província, em relação aos municípios), ou em casos excepcionais, os Estados sob intervenção internacional (exemplo: o Haiti sob intervenção da ONU).
fonte : Wikipédia

                                               ESTAMOS FALADO SR.GOVERNADOR ???

sábado, 30 de junho de 2012

GUINÉ-BISSAU:TODOS OS CANDIDATOS AS ELEIÇÕES GERAIS DE 2013,DEVIAM APRESENTAR AS SUAS CANDIDATURAS COM 6 (SEIS) MESES DE ANTECEDÊNCIA .ASSIM HAVERÁ TEMPO SUFICIENTE PARA CORRIGIR AS IRREGULARIDADES E EVITAR TODAS AS VIOLAÇÕES DA CONSTITUIÇÃO E DA LEI ELEITORAL.SÓ ASSIM É QUE PODEMOS EVITAR DO MURO DAS LAMENTAÇÕES



MURO DAS LAMENTAÇÕES

GUINEENSES,TEMOS QUE ESTAR VIGILANTES,PARA NÃO REPETIR O QUE ACONTECEU EM 2003,COM A CARTA DE TRANSIÇÃO.AS COISAS TÊM QUE SEREM JUSTAS E TRANSPARENTES. NADA DE VIGARICE.

10/08/2004 - 14h01
Guiné-Bissau/Presidenciais: Alguém alterou Carta Transição, denuncia antigo PM
Bissau, 10 Ago (Lusa) - A actual polémica na Guiné-Bissau em torno da interpretação da Carta de Transição Política (CTP) foi suscitada pela alteração "deliberada" de um artigo, disse hoje à Agência Lusa Faustino Imbali, um dos subscritores e autores da mini- Constituição.

Terceiro candidato mais votado nas eleições presidenciais de 1999, antigo primeiro-ministro e actual líder do Partido do Manifesto do Povo (PMP), Faustino Imbali não responsabilizou, contudo, ninguém pela "confusão".

Segundo Imbali, à luz da CTP nada impede o actual presidente da República de transição, Henrique Rosa, de se apresentar às presidenciais de Março de 2005, mas tudo isso, defendeu, "só foi possível porque alguém, de forma intencional", suprimiu uma palavra num dos artigos da carta no momento da sua assinatura.

Após o golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003, que pôs fim ao regime do presidente Kumba Ialá, todos os partidos políticos guineenses assinaram a CTP como documento para o período de transição, que só cessará com as presidenciais em Março.

"Alguém alterou a Carta" de Transição Política, garantiu Faustino Imbali, que assegurou falar com "conhecimento de causa" por ter participado na elaboração do documento e, posteriormente, na sua assinatura, tal como fizeram todos os líderes políticos, exceptuando o presidente do Partido Unido Social-Democrata (PUSD), Francisco Fadul.

"A CTP, no seu artigo 23º, indica que ao Presidente da República, ao primeiro-ministro, aos ministros e aos secretários de Estado, do governo de transição é vedada a possibilidade de se candidatarem às eleições legislativas - alguém suprimiu a palavra presidenciais - decorrentes do período de transição", disse.

Para Imbali, cujo partido não elegeu qualquer deputado nas legislativas de Março último, a "confusão" reside agora no facto de a CTP ter sido "alterada de forma deliberada, na letra e no espírito".

"O primeiro-ministro da transição (Artur Sanhá) e os ministros e secretários de Estado desse governo foram impedidos de se apresentarem nas legislativas passadas. E o presidente da República, que é o topo da hierarquia do Estado, pode apresentar-se?", questionou Imbali.

Realçando sempre o facto de, dos candidatos mais votados nas últimas presidenciais (Kumba Ialá, que viria a vencer, e Malam Bacai Sanhá, que disputou a segunda volta), ser o único que participou activamente na elaboração da CTP, advertiu ser "perigoso para a democracia" que o espírito da transição fosse "traído" pelo presidente Henrique Rosa.

"Que o presidente Henrique Rosa, pessoa que conheço há mais de 30 anos, com a rectidão de carácter, seriedade e idoneidade que todos lhe reconhecem, não se deixe levar por aqueles que querem trair o espírito de transição que tão bem conduziu", avisou Faustino Imbali.

Sublinhou, neste passo, que, mesmo que não estivesse expressamente referenciada na CTP, a questão da possibilidade da candidatura de Henrique Rosa às presidenciais "nem sequer" deveria ser trazida agora a debate "por uma questão da ética política e da moral da sociedade".

Conhecedor desta disposição no momento da elaboração da CTP, Imbali disse ter declinado o convite que lhe foi feito pelos 25 membros do Comité Militar autores do golpe de Estado para assumir a presidência interina do país, justamente para não ter de "enfrentar" o artigo 23º.

Convicto de que, no momento indicado, Henrique Rosa virá a público dizer aos guineenses e à comunidade internacional que não se apresentará às presidenciais, Imbali acredita também que "o bom senso imperará" nesta polémica.

Nos últimos dias tem-se assistido a um aceso debate na Guiné- Bissau suscitado pelo facto de Henrique Rosa ter admitido que poderá apresentar-se às presidenciais, o que tem sido condenado unanimemente pela classe política local, não pela "ilegalidade" mas sim pela "imoralidade" da situação.

GUINÉ-BISSAU :SISTEMA POLITICO E A LEI ELEITORAL

É PRECISO MUDAR URGENTEMENTE O SISTEMA POLITICO E A LEI ELEITORAL.
UM SISTEMA BASEADO SOMENTE EM DOIS BLOCOS COMO POR EXEMPLO NOS ESTADOS UNIDOS.ASSIM,SERÁ POSSÍVEL ACABAR NÃO NA TOTALIDADE COM O TRIBALISMO,PARÁ-QUEDISMO,VIGARICE,INCOMPETÊNCIA,BURRICE,ANALFABETISMO ETC...ETC...,PORQUE VAI HAVER AS PRIMÁRIAS.
POR OUTRO LADO,VAI AJUDAR OS PEQUENOS PARTIDOS E HONESTOS,MAS SEM MEIOS FINANCEIROS PARA SUPORTAR AS SUAS DESPESAS.

É UM ASSUNTO QUE DEVE SER DEBATIDA COM MUITA ATENÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA.