domingo, 8 de julho de 2012

IDI AMIN DADA,UM DOS PIORES DITADORES DO MUNDO.VEJAM A HIOTÓRIA


2- Idi Amin Dada
Uganda (1971-1979)
Quando queria uma mulher, Idi Amin simplesmente ordenava a execução de seu marido ou namorado. As mulheres que não se submetessem às suas ordens eram estupradas, tinham os seios extirpados e poderiam até acabar na geladeira. Sua quinta esposa, Sarah Amin, revelou ter visto no congelador do ditador a cabeça de uma de suas amantes, uma jovem muito bela chamada Ruth. Ela havia tido esse triste fim porque Idi suspeitava de sua fidelidade. Divorciou-se das três primeiras esposas porque elas haviam se tornado mulheres de negócios – o que era verdade, já que administravam tecelagens que ele próprio lhes havia dado. Chegou a surrar tão fortemente uma de suas esposas que fraturou o próprio pulso – e não perdoava as mulheres nem mesmo quando estavam grávidas.

autor:Ana Carolina Prado

JEAN-BÉDEL BOKASSA ,UM DOS PIORES DITADORES DO MUNDO. VEJAM A HISTÓRIA


Ditadura por si só já é algo bizarro. Os ditadores então… não é difícil encontrar histórias bizarras sobre eles. É o excesso de poder que corrompe seu bom senso? Ou será que eles alcançaram esse poder justamente por serem meio xaropes? Não dá para dizer. Mas reunimos aqui alguns dos líderes com as manias mais estranhas que já apareceram pelo mundo.
1- Jean-Bédel Bokassa
República Centro-Africana (1966-1979)
Jean Bédel Bokassa se coroou imperador em 1977 numa cerimônia luxuosa (e, pelo visto, bem cafona) inspirada na coroação de seu ídolo Napoleão Bonaparte. A festança custou mais de 10 milhões de dólares. Para a coroação, Bokassa chegou em uma carruagem enfeitada de ouro de 8 toneladas usando um manto de nove metros de veludo púrpura que pesava mais de 30 quilos. Sem contar os sapatos de pérola. O trono tinha a forma de uma águia com 3 metros de altura por 4 metros de largura e sua pesada coroa também trazia o animal em ouro. O imperador pagou as despesas de viagem dos 3 mil convidados de outros países e construiu um bairro com modernas casas pré-fabricadas só para alojá-los. Enquanto isso, a população vivia com uma renda per capita anual de 176 dólares. Mas o pior ainda estava por vir. Quando as tropas francesas o depuseram, em 1979, após 100 crianças terem sido metralhadas (!) num protesto de estudantes contra o governo numa escola primária, correram boatos de que os freezers do palácio estavam cheios de órgãos humanos. Até hoje, antigos correligionários de Bokassa dizem que os corpos encontrados no freezer do palácio foram “plantados” pelas tropas francesas. Aham, Cláudia, senta lá. Ele também possuía um zoológico particular com crocodilos que, segundo um empregado, eram alimentados com os corpos dos seus inimigos.
autor:Ana Carolina Prado

O CEMGFA DA GUINÉ-BISSAU,ANTÓNIO INJAI,PODE VIR FAZER PARTE DOS PIORES DITADORES DO MUNDO.PORTANTO CUIDADO COM ESSE HOMEM.ELE É MUITO MAIS PERIGOSO DO QUE IMAGINAMOS.ESTE HOMEM ,ESTÁ PRESTES A ENTRAR NO MUSEU DOS PIORES DITADORES MUNDIAIS

sábado, 7 de julho de 2012

GUINÉ-BISSAU


CPLP ENCOSTADA À PAREDE NA GUINÉ-BISSAU

As posições divergentes quanto à reposição da ordem constitucional estão a criar enormes constrangimentos à organização do espaço lusófono, como reconhece o secretário executivo Domingos Simões Pereira. E a espectativa está centrada na próxima conferência de Chefes de Estado e de Governo. Quem representará a Guiné-Bissau?
foto
Praia, 7 de Julho 2012 - "Nós fomos apanhados de surpresa com a posição, que nós consideramos diferente, por parte da CEDEAO"… Quem o afirma é o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Domingos Simões Pereira (na foto), em entrevista à Agência Lusa.
A posição da CEDEAO causou estranheza, porquanto a CPLP acreditava que "a comunidade internacional estava alinhada sobre os mecanismos para a reposição da ordem constitucional", o que não veio a acontecer, frustrando todas as espectativas.
Porém, apesar do constrangimento, segundo Simões Pereira, a CPLP nunca pretendeu "disputar a competência da CEDEAO", adoptando sempre uma posição responsável e esperando que o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) clarificasse as suas posições e respectivas orientações. Uma clarificação que, apesar das diferenças de opinião, levou à manutenção da CEDEAO “como principal interlocutor das autoridades da Guiné-Bissau”. Uma orientação da ONU que tem levado a CPLP a participar “em todos os esforços, em todas as reuniões promovidas pela CEDEAO, no sentido de [se] encontrar uma solução para a Guiné-Bissau".
DIVERGÊNCIAS PODERÃO SER SUPERADAS
Domingos Simões Pereira assume, no entanto, que as duas organizações (CEDEAO e CPLP) fazem “interpretações diferentes sobre o mecanismo de reposição da ordem constitucional”. Recordamos que, ao contrário da CPLP, que defendia a reposição do poder apeado pelo golpe de Estado de 12 de Abril último e a realização da segunda volta das eleições presidenciais, a CEDEAO apoiou os esforços para a constituição do Governo de transição e a nomeação de um novo Presidente da República interino.
Mas, ao mesmo tempo, o secretário executivo reconhece haver um objectivo comum de reposição da ordem constitucional, persistindo apenas divergências no que concerne a “como lá chegar”, circunstância que “divide realmente as partes”.
Confrontado com a ameaça do Governo de transição guineense em abandonar a CPLP, Simões Pereira apela ao executivo de Bissau para que perceba que o levantamento militar “colocou a CPLP numa situação muito complicada”, porquanto haver nos princípios da organização “uma directriz muito clara, de que é ao povo que compete decidir quem são os seus legítimos representantes”. Escusando-se a comentar uma eventual saída da Guiné-Bissau da CPLP - o governo de transição admitiu "questionar" a presença do país na organização lusófona -, o secretário executivo disse apenas que "é uma manifestação de intranquilidade" e apelou à "ponderação" de todas as partes.
De qualquer modo, o secretário executivo da CPLP não fecha de todo a porta ao admitir que se trata de “um processo dinâmico”, pese embora a eventual aceitação da nova realidade e o reconhecimento do Governo de transição ferir o princípio de que é ao povo que compete decidir o seu futuro.
IMBRÓGLIO DIPLOMÁTICO
As espectativas estão todas centradas na próxima conferência de Chefes de Estado e de Governo, que terá lugar em 20 de Julho em Maputo (Moçambique), porquanto, dada a posição da organização, assente no princípio de que “todas as reuniões da CPLP, depois de 12 de Abril, têm tido o Governo saído das últimas eleições, o Presidente interino, Raimundo Pereira, e o Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior”, como representantes da Guiné-Bissau. Uma situação que, no entanto, irá ser avaliada no próximo Conselho de Ministros da organização, que terá lugar no próximo dia 11.
Fonte: Lusa

sexta-feira, 6 de julho de 2012

GUINÉ-BISSAU


Ministro deposto da Guiné-Bissau homenageado em Portugal por defesa dos direitos humanos

A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR) vai homenagear o ministro do Interior da Guiné-Bissau, afastado pelo golpe militar de 12 de abril, Fernando Gomes, pelo seu trabalho em defesa dos direitos humanos, informou um dos organizadores da iniciativa.

Ministro deposto da Guiné-Bissau homenageado em Portugal por defesa dos direitos humanos
A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR) vai homenagear o ministro do Interior da Guiné-Bissau, afastado pelo golpe militar de 12 de abril, Fernando Gomes, pelo seu trabalho em defesa dos direitos humanos, informou um dos organizadores da iniciativa.
"Vamos homenageá-lo, neste sábado, não na qualidade de ministro do Interior, mas enquanto defensor dos direitos humanos, já que ele é, há trinta anos, a figura número um de toda África no que diz respeito à luta pelos direitos humanos", declarou à agência Lusa Vítor Ilharco, secretário-geral da APAR.
A APAR, com sede nacional no concelho das Caldas da Rainha, é uma associação sem fins lucrativos destinada ao apoio de todos os reclusos em prisões portuguesas e aos cidadãos portugueses detidos em países estrangeiros.
Segundo Ilharco, Fernando Gomes - que é doutorado em Direito - "foi o criador da Liga Guineense dos Direitos Humanos", entre outras associações que criou e participou, estando sempre engajado nos movimentos de defesa dos direitos humanos em África e no mundo.
Em 1996, Fernando Gomes recebeu o Prémio Internacional dos Direitos Humanos, em Espanha.
"Vamos homenageá-lo entregando, numa cerimónia que penso que será bonita, o título de sócio honorário da nossa organização", afirmou o secretário-geral da APAR.
De acordo com Ilharco, foram convidados para a homenagem o secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Domingos Simões Pereira, e o Presidente interino deposto da Guiné-Bissau, Raimundo Pereira, além de membros da associação e outros convidados.
"A cerimónia de homenagem decorrerá no Instituto Superior de Gestão, em Lisboa", acrescentou Vítor Ilharco.
Entre 2008 e 2011, Fernando Gomes foi ministro da Função Pública, do Trabalho e da Modernização do Estado guineense.
"Toda a comunidade internacional reconhece o trabalho excecional feito (por Fernando Gomes) na reforma da administração pública (guineense), considerado o primeiro grande sucesso desde a independência do país. Mérito, aliás, também reconhecido no interior da Guiné-Bissau mesmo pelos adversários políticos", indicou a associação num comunicado.
A APAR referiu ainda que "em agosto de 2011 assumiu a pasta de ministro do Interior e o seu trabalho começava a ser, de novo, considerado exemplar na modernização da polícia, serviço de estrangeiros e fronteiras, e todas as forças que tinha sob as suas ordens".
O golpe de Estado na Guiné-Bissau ocorreu a 12 de abril, na véspera do início da segunda volta da campanha eleitoral para as eleições presidenciais.
Um governo de transição, negociado entre o grupo de militares responsáveis pelo golpe (autointitulado Comando Militar) e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), foi nomeado e deverá promover a realização de eleições no prazo de um ano.
No entanto, as autoridades de transição não são reconhecidas pela restante comunidade internacional.
Fernando Gomes esteve refugiado na embaixada da União Europeia em Bissau após o golpe militar, passando ainda pelo Senegal e pela Gâmbia antes de chegar a Portugal.
Segundo a APAR, o golpe de Estado é "mais uma curta pausa no magnífico trabalho que Fernando Gomes tem desenvolvido na sua Guiné-Bissau que tanto tem dignificado um pouco por todo o mundo".
"A Guiné-Bissau precisa e merece um homem como Fernando Gomes. Que regresse rapidamente ao lugar a que tem direito e onde a imensa maioria de guineenses o quer", acrescentou a organização de defesa dos direitos humanos.
Diário Digital com Lusa

GUINÉ_BISSAU

06-07-2012 8:55
África/CPLP
"Fomos apanhados de surpresa com a posição" da CEDEAO sobre a Guiné- Bissau 

Logotipo da CPLP
Logotipo da CPLP


   
Lisboa - O secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Domingos Simões Pereira, reconhece que a organização foi "apanhada de surpresa com a posição" da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) sobre o golpe de Estado na Guiné-Bissau. 
 
   
As reacções ao golpe militar registado a 12 de Abril e que derrubou os governantes guineenses eleitos levaram a CPLP "a acreditar que a comunidade internacional estava alinhada sobre os mecanismos para a reposição da ordem constitucional" no país. 

 
   
"Nós fomos apanhados de surpresa com a posição, que nós consideramos diferente, por parte da CEDEAO", admite o secretário executivo, o guineense Domingos Simões Pereira, em entrevista à Lusa. 
 
  
Apesar disso, garante, a CPLP não quis "disputar a competência da CEDEAO" e manteve uma "posição responsável", voltando a pedir ao Conselho de Segurança da ONU que clarificasse as orientações. O organismo internacional respondeu que mantinha "a CEDEAO como principal interlocutor das autoridades da Guiné-Bissau".
 
   
Desde essa altura, recorda Simões Pereira, "a CPLP tem participado em todos os esforços, em todas as reuniões promovidas pela CEDEAO, no sentido de encontrar uma solução para a Guiné-Bissau" e "está permanentemente a avaliar qual é a melhor forma de assistir" o país. 
 
   
O verbo ?afectar? "talvez não seja o mais exacto" para o que sucedeu na relação CPLP-CEDEAO, mas Simões Pereira reconhece que as organizações "têm interpretações diferentes sobre o mecanismo de reposição da ordem constitucional" - sendo esta um objectivo comum. "Como lá chegar é que divide realmente as partes", diz. 
 
   
Escusando-se a comentar uma eventual saída da Guiné-Bissau da CPLP - o governo de transição admitiu "questionar" a presença do país na organização lusófona -, o secretário executivo disse apenas que "é uma manifestação de intranquilidade" e apelou à "ponderação" de todas as partes. 
 
   
"Se o governo de facto no país considera que a actuação da CPLP coloca alguma pressão nele, espero que também saiba reconhecer que o acontecimento de dia 12 de abril colocou a CPLP numa situação muito complicada (...), porque nos princípios da CPLP há uma directriz muito clara, de que é ao povo que compete decidir quem são os seus legítimos representantes", assinala.
 
   
"Há quem diga que nos devíamos render a essa realidade [do governo de transição] e nos ajustarmos a essa realidade. Os nossos órgãos competentes continuam a ter dificuldade em aceitar isso, porque isso significa, na nossa interpretação, retirar ao povo esse direito", esclarece, realçando, contudo, que "é um processo dinâmico". 
 
   
Não se sabe ainda como é que a Guiné se fará representar na 9.ª conferência de chefes de Estado e de Governo, que vai realizar-se em Maputo, capital moçambicana, no dia 20 de Julho, mas, "até uma ordem contrária, todas as reuniões da CPLP depois do 12 de Abril, têm tido o Governo saído das últimas eleições: o Presidente interino, Raimundo Pereira, e o Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior". 
 
   
No dia 11, o Conselho de Ministros da CPLP vai realizar uma reunião extraordinária, na qual debaterá a representação oficial da Guiné-Bissau. "A actual situação é difícil, mas para todos, e espero que as pessoas saibam reconhecer que não foi a CPLP a produzir essa situação", frisou Domingos Simões Pereira.