quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ESSAS MANOBRAS DO GOVERNO DE TRANSIÇÃO, É SÓ "PARA INGLÊS VER" vejam a história...




QUARTA-FEIRA, 24 DE OUTUBRO DE 2012


Governo Ilegítimo de transição da Guiné-Bissau fala de tempos difíceis e avisa que sem dinheiro não se fazem eleições

Bissau, 24 out (Lusa) - Os 150 dias do Governo de transição da Guiné-Bissau foram "extremamente difíceis", mas foi possível pagar salários com receitas conseguidas na capital, disse hoje à Lusa o porta-voz do executivo, que avisou: sem dinheiro não se fazem eleições.
O Governo de transição, na sequência do golpe de Estado que a 12 de abril derrubou o Governo de Carlos Gomes Júnior, foi anunciado a 22 de maio. Cinco meses depois, num balanço à Agência Lusa, o porta-voz do executivo, Fernando Vaz, fala de dificuldades, mas deixou também um rol de críticas ao anterior Governo.
Dificuldades em conseguir dinheiro para pagar os salários da função pública, aliadas a uma "conjuntura não favorável na exportação" do principal produto do país, o caju, à suspensão do acordo de pescas com a União Europeia e a "uma desaceleração da atividade económica".
"Mesmo assim, conseguimos honrar os compromissos com os salários", salientou, frisando que as receitas são provenientes apenas de Bissau, "porque as receitas do resto do país estão hipotecadas com dívidas que Carlos Gomes Júnior deixou na banca".
Mas as maiores acusações a Carlos Gomes Júnior ainda estavam para vir: "Encontrámos contratos assinados que são autênticos crimes a este país", disse, referindo-se aos contratos de exploração de bauxite, na zona sul do país, e de fosfatos, na zona de Farim, a norte.
"Os governos anteriores viviam numa teia enorme de corrupção e de banditismo político e de Estado. O que aconteceu foi que guineenses foram capazes de hipotecar o nosso bauxite, dando 90 por cento aos angolanos e deixando 10 por cento para o país", acusou.
De acordo com o responsável, o contrato assinado com a Bauxite Angola envolvia um investimento da empresa de três mil milhões de dólares (2,3 mil milhões de euros) em infraestruturas do porto de Buba e em caminhos-de-ferro e na própria mineração.
"No contrato de 25 anos, seis anos depois a Guiné-Bissau pagava os três mil milhões com a bauxite e ficava 19 anos a receber 10 por cento", disse, acrescentando que o contrato está a ser renegociado com a empresa angolana e que se não for possível chegar a um acordo "há muita gente que quer a bauxite", de chineses a canadianos ou norte-americanos.
Em relação aos fosfatos, a Guiné-Bissau só recebia dois por cento, disse Fernando Vaz, adiantando que também neste caso está a haver negociações.
Críticas à parte, Fernando Vaz queixou-se da falta de dinheiro e avisou que sem dinheiro não é possível fazer eleições.
"Não houve nenhuma eleição financiada internamente, foram sempre financiadas pelos parceiros de cooperação. Neste momento, temos a União Europeia que não nos reconhece, temos a União Africana que não nos reconhece, temos uma série de países que não nos reconhece e que estão por fora a exigir que façamos eleições a tempo e horas. Ninguém disse que vai dar dinheiro a não ser a CEDEAO, mas a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) não pode financiar tudo", disse.
Segundo o ministro, acabaram esta semana os trabalhos de cartografia do país e é necessário agora lançar o concurso para se fazer o recenseamento biométrico. "Para isso, é preciso dinheiro, temos os americanos que nos prometeram e esperamos que nos apoiem para tentar fazer (as eleições) dentro do ano, mas não havendo condições não podemos fazer milagres e a comunidade internacional tem de entender isso, não é só pôr-se na posição de exigir. A realidade é esta e eles conhecem-na e se a quiserem ignorar o problema é deles", disse.
Sobre a greve dos professores, que decorre há mais de um mês, Fernando Vaz disse ter sido criada uma comissão chefiada pelo ministro das Finanças para dialogar com os sindicatos e adiantou que "as negociações estão no bom caminho", admitindo que as aulas comecem em breve.
Também não correu bem a exportação do caju, visto que permanecem 36 mil toneladas por vender, reconheceu. Mas, segundo Fernando Vaz, o Governo "recebeu propostas que estão a ser negociadas".
E sobre o fornecimento de energia o ministro disse acreditar que o Governo de transição vai conseguir resolver "um problema que o PAIGC (partido no poder até 12 de abril) não resolveu em 40 anos". Neste momento, disse, estão instalados sete megawatts e na semana passada o Governo assinou um contrato para a construção de uma central de energia solar que chegará, por fases, aos 10 megawatts.
Fernando Vaz garantiu que o Governo tem feito uma gestão de rigor e que vai continuar a pagar ordenados até ao final do mandato. E diz: "é difícil de gerir sem nenhuma ajuda externa, tirando a ajuda que a Nigéria deu, de 10 milhões de dólares, que representam dois meses de ordenados".

MAS QUEM É ESSE TÃO FAMOSO SENHOR (PANSAU NTCHAMA) COM MUITAS HABILIDADES E EXTREMAMENTE PERIGOSO ...??? ESTE SENHOR É MAFIOSO OU NÃO...???

"CAMINHO CERTO PARA SE TRIUNFAR NA VIDA E LIVRAR-SE DE PESADELOS"

f.b

"LEI DA VIDA"

terça-feira, 23 de outubro de 2012

GUINÉ-BISSAU: OS "CARAS DE PAU" E GRANDES "VIGARISTAS".Tcharles Panaque. vejam a história...


O Governo de transição da Guiné-Bissau condenou hoje o espancamento por militares de dois líderes políticos do país e prometeu identificar e castigar os agressores.

Em conferência de imprensa em Bissau, o ministro da Presidência do conselho de ministros e porta-voz do Governo de transição, Fernando Vaz, afirmou que o executivo "é completamente alheio às detenções e espancamento" de Silvestre Alves e Iancuba Indjai, líderes do Partido da Solidariedade e Trabalho (PST) e do Movimento Democrático Guineense (MDG), respetivamente.
"Ao tomar conhecimento das detenções ilegais e do espancamento de políticos, nomeadamente dos doutores Silvestre Alves e Iancuba Indjai, o Governo de transição vem posicionar-se face aos graves atropelos que se têm verificado, violando flagrantemente um preceito constitucional que é a garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos", afirmou Fernando Vaz.
"O Governo de transição condena publicamente tais atos de atropelo da liberdade e da integridade física dos cidadãos no exercício dos seus direitos políticos consagrados na nossa Constituição da Republica", acrescentou o porta-voz do Governo.
Iancuba Indjai foram raptados segunda-feira por soldados, espancados e mais tarde largados no mato.
Os dois políticos foram recolhidos por populares e transportados para hospitais onde se encontram em tratamento médico. Ambos têm sido críticos em relação ao comportamento dos militares desde o golpe de Estado de 12 de abril passado.
O ministro da Presidência do conselho de ministros prometeu que o Governo irá identificar os agressores dos dois políticos e apresentá-los à justiça para serem responsabilizados pelos seus atos.
"O Governo exorta os órgãos competentes a prosseguirem com a investigação o mais urgente possível a fim de se apurar sobre os envolvidos que terão de responder pelos seus atos, pondo desta forma fim ao espírito de impunidade que tem caracterizado a justiça guineense", defendeu Fernando Vaz, realçando o desconhecimento do executivo pelo sucedido.
"O Governo informa que é totalmente alheio a este ato de brutalidade física e refuta-o com veemência", declarou ainda Vaz, classificando os espancamentos aos dois dirigentes como sendo um ato de instabilidade e de confusão no país.
Na madrugada de domingo, um grupo de homens armados tentou tomar pela força o quartel dos para-comandos, uma unidade de elite das forças armadas da Guiné-Bissau, tendo resultado seis mortos dos confrontos, todos do grupo assaltante.
A informação foi prestada pelo governo de transição, que diz que o grupo era comandado pelo capitão Pansau N´Tchama e acusa Portugal, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e o primeiro-ministro guineense deposto, Carlos Gomes Júnior, de envolvimento no ataque.

GUINÉ-BISSAU: "SONHAR,FAZ PARTE DA VIDA." Tcharles Panaque. vejam a história...


'Governo de transição' reivindica "extradição" de Carlos Gomes Jr.


O governo de Guiné-Bissau exigiu ontem que Portugal extradite o ex-primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, que se encontra exilado em Lisboa e é acusado de envolvimento no ataque de domingo passado contra o quartel militar dos "Boinas Vermelhas". "O governo de transição (de Guiné-Bissau) reivindica do governo de Portugal a extradição urgente do ex-primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, acusado de envolvimento no ataque contra a base dos "Boinas Vermelhas", disse em declarações aos meios de comunicação o porta-voz do governo, Fernando Vaz. A Guiné-Bissau, além disso, acusa Portugal e à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) pelo ataque, que deixou pelo menos sete mortos, na maioria membros do comando responsável pela investida. AAS

GUINÉ-BISSAU: SÃO SELVAGENS E MUITO VIOLENTOS...AUTÊNTICOS ANIMAIS.