quinta-feira, 25 de outubro de 2012

GUINÉ-BISSAU: AFINAL,PARA QUEM TRABALHA ESSE "ENIGMÁTICO CAPITÃO"...??? vejam a história...


Perfil do Capitão
Guiné-Bissau: As ligações perigosas de Pansau Intchama
Bissau - «Eu sou um militar», disse Pansau Intchama (N’Tchama) à PNN durante uma conversa quando o militar guineense estava na Escola Prática de Infantaria em Mafra (Portugal) a tirar o Curso de Promoção a Capitão. «Tudo o que faço é porque tenho instruções dos meus superiores hierárquicos para o fazer», prosseguiu.
O nome de Pansau Intchama começou a circular quando foi associado ao suposto comando que executou o ex Presidente “Nino” Vieira em Março de 2009 logo após a execução do ex Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Tagme Na Waie. Pansau nunca confirmou a sua implicação, nem desmentiu.

Numa entrevista concedida a Fernando Casimiro em 2010 deixou levantar um pouco do véu que encobre o mistério da execução de Nino Vieira quando reconheceu que: «Se não fosse a minha pronta intervenção, o grupo de militares que aí estava teria violado a esposa do Presidente! Eu é que a tirei das mãos deles e disse-lhe para ir embora, ao que respondeu: obrigado nha fidjo. Obrigado meu filho.» Pansau afirmava também que estava disponível para deslocar-se a Bissau e responder a todas as questões sobre o assunto desde que os seus superiores hierárquicos o autorizassem para tal.

Pansau Intchama, 33 anos, casado, pai de um casal de gémeos, nunca escondeu que era um amigo próximo do ex Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) Zamora Induta, do qual foi assessor durante sete anos, mas também do actual CEMGFA, António Indjai, e do controverso Bubo Na Tchuto os quais estiveram presentes na cerimónia do seu casamento em Janeiro de 2010.

De etnia Balanta, Pansau Intchama, sempre minimizou o realce que é dado à predominância étnica balanta na Forças Armadas (FA) guineenses e sublinhava que os problemas das FA estavam assentes fundamentalmente na inexistente formação dos militares que provocava consequentemente situações de indisciplina. Em todas as ocasiões Pansau insistiu sempre que era fundamentalmente um militar.

Durante a sua permanência na Escola Prática de Infantaria em Mafra, Portugal, Pansau Intchama reconheceu que estava diariamente em contacto telefónico com António Indjai. Os dois mantinham conversas de carácter pessoal, particularmente sobre familiares de Indjai residentes em Portugal e com os quais Pansau estava em contacto permanente, mas também sobre questões referentes às FA guineenses e às reformas em curso. Pausau aproveitava também estas ocasiões para insistir num eventual entendimento entre António Indjai e Zamora Induta, situação que Indjai sempre recusou. Todavia, durante as mesmas conversas com Indjai, Pansau tratava também de assuntos seus de carácter familiar dado que receava que a sua prolongada permanência em Lisboa poderia fragilizar ainda mais a situação financeira da sua mulher e dos seus filhos em Bissau. Daí que era o actual Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, António Indjai, que se ocupava e responsabilizava pessoalmente da família Pansau Intchama na Guiné-Bissau.

Após o final do curso de capitães na Escola Prática de Infantaria em Mafra em 2010, Pansau desapareceu do radar. Sem estatuto definido em Portugal, terá acabado por sair do país segundo depoimentos de pessoas que lhe são próximas. Até ao ataque ao quartel dos Pára-Comandos na madrugada do passado domingo, Pansau terá dividido o seu tempo entre Banjul e Luanda, cidades onde teria elementos de apoio que lhe permitiram a sobrevivência durante este período.

Pansau é agora um elemento em fuga e procurado pelas autoridades guineenses, que tentam esclarecer o seu real envolvimento no ataque às instalações militares de 21 de Outubro.

fonte: Bissau Digital

GUINÉ-BISSAU: PACIÊNCIA TEM LIMITE...!!!


França decidiu hoje encerrar a sua Embaixada em Bissau.

"Cada dia maior isolamento internacionalFace aos últimos acontecimentos registados por estes dias e que mostram a consolidação de um regime de barbárie, chefiado por Kumba e Indjai, acolitado por Nhamadjo, Rui Barros e outros oportunistas, a França decidiu hoje encerrar a sua Embaixada em Bissau.
Já há poucos dias atrás, os Estados Unidos da América, que haviam dito que iriam reabrir a sua Embaixada, decidiram anular esta decisão e reportá-la para daqui a 2 anos, esperando que este regime caia por si.
Com a CEDEAO a coçar a cabeça, quem vai aguentar estes facínoras?"

fonte:novas da Guiné-Bissau


GUINÉ-BISSAU: "POLITICAMENTE CERTO"

(...)QUEM PRETENDE FAZER POLITICA NA GUINÉ E RESPEITAR AS REGRAS BÁSICAS DA DEMOCRACIA, TEM DE SE DISTANCIAR DE ANTÓNIO INJAI E DE KUMBA IALA.

GUINÉ-BISSAU: O ISOLAMENTO É TÃO FORTE QUE ATÉ NÃO ESTAMOS A SENTIR MAIS FRIO E NEM CALOR... Tcarles Panaque


Cada dia maior isolamento internacional

Face aos ultimos acontecimentos registados estes dias e que mostram a consolidação de um regime de barbárie, chefiado por Kumba e Indjai, acolitado por Nhamadjo, Rui Barros e outros oportunistas, a França decidiu hoje encerrar a sua Embaixada em Bissau.
Já há poucos dias atrás, os Estados Unidos da América, que haviam dito que iriam reabrir a sua embaixada, decidiram anular esta decisão e reportá-la para daqui a 2 anos, esperando que este regime caia por si.
Com a CEDEAO a coçar a cabeça, quem vai aguentar estes facínoras?

GUINÉ-BISSAU: NÃO ADIANTA SER SÓCIO DE UM DIABO (KUMMBA IALA)


CEDEAO Foronta!

A CEDEAO anda de cabeça perdida com aquilo a que chamam de “incompetência” do Governo e do Poder Político dos golpistas. Dizem que “não acertam uma”. Cada medida, cada asneira.
"A simulação do “golpe” de estado de domingo passado, terá ultrapassado tudo o que eles tinham pensado que não se devia fazer. Tanto mais que sabem que isso lhes vai cair em cima da cabeça, agora que os especialistas ocidentais, depois de analisarem com pormenor as fotografias do referido “golpe”, chegaram à conclusão que os corpos dos supostos revoltosos foram mortos a sangue frio e nunca em combate (uns com bazucas e outros com armas ligeiras). Aliás, basta ver a inexistência de armas junto dos corpos para perceber que foram assassinados e levados para aquela casa, onde foram apresentados à comunicação social.
A perseguição étnica contra os felupes está agora bem evidente e são os próprios senegaleses a dizer que não se tratam de “rebeldes casamansenses”, mas de guineenses felupes. A ignorância do “sociólogo” Fudut Imbali, agora a vestir a pele de ministro, de que são diolas e não felupes, releva da pura ignorância antropológica, pois são uma e mesma coisa. É como dizer que os “fulas”, como na Guiné-Bissau os chamamos, não constituam a mesma etnia a que os senegaleses chamam de “peuls”.
Esta perseguição (e há fortes probalibilidades) pode acabar por degenerar numa guerra civil que alastrará aos países vizinhos, que não estão dispostos a carregar com mais este problema.
Como se tudo isto já não fosse pouco, o agora general quatro estrelas António Indjai, para sacar mais dinheiro às Finanças, decidiu montar uma enorme operação de barragens militares nas estradas de todo o país que, para além de tentarem prender os oposicionistas, vão roubando a população em geral, que cada vez suportam menos estes abusos. A paciência nem sempre é de santo!
Os funcionários do Ministério das Finanças entram todos os dias em pânico cada vez que os vêem chegar, pois sabem que vão ter que desabotoar os 200, 300 ou 400 milhões de CFA que desviam à custa desta operação. O que é certo é que esse dinheiro fica nos bolsos de Indjai e apaniguados, e os soldados que tiverem sorte comem kuntangu.
A CEDEAO, agora não sabe como livrar-se de uma situação (a juntar á do Mali) que ela criou e de que é a única responsável."
fonte: Pasmalu

"EM DEMOCRACIA NÃO EXISTE E NEM DEVE HAVER "CARTA BRANCA."