segunda-feira, 29 de abril de 2013

nota:COMO É QUE O NOSSO PAÍS PODE IR PRA FRENTE COM ESSE TIPO DE GENTE ???!!! TPanaque



fonte:Ditadura do Consenso

Guerra na FFGB - 'Manelinho' debaixo de fogo


NOTA DE IMPRENSA

“Aparecimento de um pistoleiro a solta no seio da Federaçao de Futebol da Guiné-Bissau”

No nosso entender o futebol sempre é e continuará a ser veículo de Paz e amizade entre os povos. Pois nela não deve haver lugar para a descriminação racial, tribal e nem agressão física e verbal entre os seus actores.
Porque ele é centro de actração universal dos povos. Por essa razão há mais de uma decada, dediquei todo o meu tempo e a minha vida a bem desta modalidade " Desporto rey".

Na qualidade do membro da Comissão Executiva da Direcção da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB), venho com toda minha verticalidade por intermedio deste instrumento tornar público o comportamento infantil, iresponsável e inadequado do dito Presidente da prestegiada instituição futebolistíca, que através das suas actividades congrega centenas se não milhares de jovens e amantes do futebol:

1.    Na presença de altas personalidades públicas a saber: Dr. Armando Purcel - Director do Gabinete do Presidente da Republica de Transição, Dr. Arnaldo - Director Geral da Identificação Civil, Dr. Alfredo Gomes - Ex-ministro da Educação, Majores Quicala Baldé- Adjunto Comandante da Guarda Fiscal e Hamed Oulg Hamed - Chefe de Gabinete do Comissário Geral Policia de Ordem Pública, Bubacar Conte - Presidente da Liga Guineense de Clubes de Futebol (LGCF) e Sr. Mutaro Barri - Responsável financeira da Federação de futebol da Guiné-Bissau Mamadu Saliu Balde Empresario; 

O Deputado da Nação Senhor MANUEL IRENIO NASCIMENTO LOPES, actual Presidente da Federação de Futebol da Guiné-Bissau fez uma acusação a minha pessoa na tentativa de derrubar a direcção sob o seu auspício;

2.    Consequentemente declarou a plenária do comité executica (reuniao do dia 24 de Abril) que sempre transporta na sua mochila duas armas de fogo (revolver-pistola) e que a qualquer momento pode ceifar a vida de qualquer pessoa;

3.    O mais caricato e inacreditável, foi que o Deputado da Nação expressou em alto e bom som de que o país carece das leis (nao tem pena de morte) mesmo que ele cometisse um crime de assassinato vai pagar a caução porque tem dinheiro suficiente para tal e que sairia impune da tal acusaçao;

4.    Como pessoa de bem, empresário de profissão, dirigente desportivo,chefe de familia e membro da Comissão Executiva da Federação de futebol da Guiné-Bissau (FFGB), acredito veemente nas nossas autoridades e espero que este assunto vai ser tratado com maior responsabilidade e brevidade.

Feito em Bissau em 29 dias do mes de Abril de dois mil e treze.

C.C:
Ministério Público, Ministério do Interior/Defesa e a Comunidade Internacional.

Sr. Inum Embalo
Membro do Comite Executivo da FFGB

G.BISSAU

O SR. ALY SILVA É MUITO ÚTIL AO PAÍS E ESTÁ A FAZER UM BOM TRABALHO. MERECE RESPEITO.Tharles Panaque

domingo, 28 de abril de 2013

sábado, 27 de abril de 2013

G.BISSAU


OU PURUTCH OU PARATCH...,PARATCH !!! W.

Apoiante das soluções encontradas pela CEDEAO para a crise guineense, gerada pelo golpe militar de 12 de Abril do ano passado, a França ameaçou recentemente endurecer de posição face ao impasse no processo de transição na Guiné-Bissau.
A determinação de Paris ficou patente num recente encontro entre os embaixadores de países da União Europeia acreditados em Bissau e dirigentes dos principiais partidos políticos guineenses.
Agastado com a relutante posição da classe política daquele país lusófono ante a urgência de consensos para a saída da crise a todos os níveis na Guiné-Bissau, o embaixador francês Michel Flesh exortou os políticos guineenses representados no encontro a um urgente entendimento do qual resulte a formação de um governo de transição de base alargada, com mandato para preparar as eleições gerais no país.
À luz do roteiro de transição estabelecido pela CEDEAO, na sequência do golpe militar se seguiu a controvérsia gerada pelas eleições presidenciais de Fevereiro de 2012, os eleitores guineenses deveriam em princípio ir ainda este ano, às urnas para novas eleições legislativas e presidenciais.
Hipótese entretanto encarada cada vez mais remota devido aos condicionalismos resultantes do “braço de ferro” que opõe os partidos políticos guineenses com reflexos a nível do cumprimento de prazos, da capacidade de mobilização logística e de fundos financeiros necessários à organização do pleito eleitoral que deveria à partida, devolver a ordem constitucional ao país.


Foi pois confrontado com este cenário de incerteza, que o diplomata francês teria dado aos políticos guineenses um ultimato no sentido de até 9 de Maio próximo, ser encontrado uma solução para o impasse, sob pena da União Europeia ser forçada a levar a questão bissau-guineense à consideração do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Diga-se um expediente da qual poderia resultar um agravamento de sanções contra a Guiné-Bissau com todo o seu cortejo de consequências para o actual estado de (in) governabilidade em que transformou o país.
Ante à determinação dos Estados Unidos em executar o mandado de detenção que impende sobre António Indjai, o diplomata francês teria, por outro lado, exortado os políticos guineenses para a necessidade de agilizarem o afastamento do chefe de estado-maior das Forças Armadas, o general António Indjai, por forma a permitir que responda perante à justiça americana.

Recorde-se que os Estados Unidos acusaram recentemente esta alta patente militar guineense de envolvimento numa conspiração narcoterrorista, que contaria com a intermediação das Forças Armadas guineenses num negócio de armas, nomeadamente mísseis terra-ar, para a guerrilha colombiana das FARC.
Para Washington, o chefe de estado-maior das Forças Armadas guineenses valeu-se, para o efeito, do seu poder e funções, para envolver o Estado e as instituições guineenses no negócio que envolvia cocaína e armamentos.

Saliente-se que as autoridades de transição bissau-guineenses, através do ministro dos Negócios Estrangeiros Faustino Imbali e do porta-voz governamental, Fernando Vaz, manifestaram-se no início da semana desejosos de ver os guineenses apanhados pela teia da justiça norte-americana serem julgados pelos tribunais guineenses e posteriormente transferidos, a se provarem as acusações, para a eventual custódia de tribunais internacionais.Na sequência do esquema, cinco cidadãos guineenses, incluindo o antigo chefe da armada, o contra-almirante Bubo Na Tchuto, capturados pela agência norte americana de combate a narcóticos, encontram-se desde início de Abril, em Nova Iorque, sob à custódia das autoridades norte-americanas.

Presidente Interino esperado em Bissau

PRT Manuel Serifo Nhamajo na leitura da declaração política sobre o dia da Mulher, 8 de Março
Enquanto isso, o presidente interino da Guiné-Bissau, Manuel Serifo Nhamajo, há mais de um mês ausente do país em tratamento médico na Alemanha, é esperado este domingo em Bissau.
Com as acusações de conivência com as rotas da cocaína sul-americanas no centro da tensao político-militare na Guiné-Bissau, os guineenses esperam de Nhamajo uma firme reacção face ao indiciamento de altas figuras militares e do governo de transição no esquema narco-terrorista recentemente denunciado pelos Estados Unidos.
De resto, um caso em que o presidente estaria mais do que interessado em ver clarificado, quanto mais não seja, pelo facto da sua suposta envolvência no caso, ter vindo à baila das referências constantes nos autos da acusação do caso “Bubo Na Tchuto”.
Entre os cenários previstos, figuras próximas do presidente interino, acreditam na possibilidade de Serifo Nhamajo poder vir a avançar com a demissão do actual governo de transição e com a indigitação de um novo primeiro-ministro de consenso nacional, como saída para o impasse eleitoral no país.
Fazendo fé nas nossas fontes, o presidente interino poderá ainda adoptar uma inequívoca posição face à acusação de conivência com o narcoterrorismo, formalizada recentemente pela justiça americana, contra o chefe de estado-maior das forças armadas nacionais que passaria eventualmente pelo afastamento de António Indjai da chefia militar guineense.
Hipótese entretanto, para alguns observadores, encarada como pouco provável, atendendo o “ascendente” das instituições castrenses sobre o governo e o estado na Guiné-Bissau e os riscos da medida accionar um conflito de proporções incalculáveis.
Perante este cenário, a demissão da presidência interina do país, umas tantas vezes anunciada e outras tantas adiada, poderá ser a saída derradeira de Nhamajo.
Da presidência interina guineense espera-se igualmente a suspensão de alguns contratos e licenças de exploração pesqueira e da madeira, de contornos pouco transparentes, celebrados pelo actual governo de transição do primeiro-ministro Rui Barros com empresários chineses.
Para o efeito, de regresso à Bissau, Serifo Nhamajo escala na capital nigeriana, Abuja, uma oportunidade para analisar com o Presidente Jonathan Goodluck os últimos desenvolvimentos na Guiné-Bissau e assegurar deste a continuidade do engajamento da Nigéria na busca de soluções para a crise guineense, particularmente perante o estado de tensão político-militar gerado nos últimos tempos pelo cerco montado por Washington aos alegados cabecilhas guineenses da rota da cocaína sul-americana.
Saliente-se que da força de manutenção de paz oeste africana (ECOMIG) estacionada na Guiné-Bissau ,  integrada na sua maioria por efectivos militares da Nigéria e do Senegal, Washington espera a colaboração plena daquela missão militar oeste Africana no “caso António Indjai”.
Nelson Herbert*

sexta-feira, 26 de abril de 2013

G.BISSAU

O SR.ANTÓNIO INJAI (MILITAR TRAFICANTE) JÁ DEVIA ESTAR NOS ESTADOS UNIDOS.TPanaque

G.BISSAU

 ENCONTO DE DOIS GIGANTES

JES e Obasanju abordam situação na Guiné-Bissau

O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, recebeu esta semana, no Palácio Presidencial, à Cidade Alta, em Luanda, uma mensagem verbal do seu homólogo da Nigéria, Goodluck Ebele Jonathan, transmitida pelo ex-presidente daquele país, Olusegun Obasanjo.
Em declarações à imprensa, à saída do encontro, de cerca de uma hora, Olusegun Obasanjo disse ter aproveitado o ensejo para reforçar a amizade pessoal com o líder angolano, além de abordar também questões ligadas à conjuntura africana.
O político que esteve em Luanda na qualidade de enviado especial de Goodluck Ebele Jonathan, precisou que durante a conversa com José Eduardo dos Santos foram passadas em revista questões que se prendem com as relações entre Angola e a Nigéria.O antigo Chefe de Estado e membro do Comité de Sábios da União Africana destacou que um dos assuntos discutidos prende-se com a situação vigente na Guiné-Bissau, tendo em conta a importância para os dois países.Informou que acordaram perspectivar as vias conducentes à resolução do problema da Guiné-Bissau, sublinhando a disponibilidade manifestada pelo estadista angolano.Olusegun Obasanjo governou a Nigéria entre 1999 e 2007 e é tido como um africanista, sendo dos principais impulsionadores do lançamento da NEPAD (Nova Parceria para o Desenvolvimento de África), entre outras iniciativas continentais.O PAÍS

G.BISSAU


 A secretária de Estado da Cooperação angolana afirmou hoje, na Cidade da Praia, que a realidade dos factos na Guiné-Bissau demonstra "quem de facto tem razão" e desdramatizou críticas das autoridades de transição guineenses a Angola e Cabo Verde.
Ângela Bragança falava aos jornalistas após um encontro de trabalho com o chefe da diplomacia cabo-verdiana, Jorge Borges, reunião que marcou o primeiro de quatro dias de uma visita de trabalho a Cabo Verde.
"Isto é natural (as críticas). Mas a realidade dos factos, no terreno, vai demonstrando de que lado está a razão. Há uma deterioração da situação social, que é ditada sobretudo pela dificuldade de (o país se) autofinanciar os projetos e as ações.Lusa