quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

G.BISSAU


IMPUNIDADE A 700%. QUE TRISTEZA!!!.Tcharles Panaque


"Tribunal de Contas nunca julgou uma conta no país"


Passado 21 anos desde a criação do Tribunal de Contas (TC) da Guiné-Bissau, nunca foi julgada uma conta no país.


A revelação foi avançada à PNN pelo próprio Presidente da instituição especializada de controlo e fiscalização das contas públicas guineenses.

«Não é justo nem razoável que 21 anos depois da sua criação, o Tribunal de Contas não tenha julgado nenhuma conta no país», disse o responsável.

Aberto Djedjo falava no início desta semana durante a cerimónia de celebração dos 21 anos da existência do TC, sublinhando que apesar de a instituição ter estado a realizar auditorias financeiras em diferentes organizações públicas sob a sua jurisdição, nenhuma dessas auditorias chegou ao seu termo.

Djedjo exortou ao Governo no sentido de envidar esforços para a criação de condições de funcionamento do TC, destacando que a falta de apoio por parte dos sucessivos Governos condicionou negativamente a sua acção.

«Todas as acções levadas a cabo nos últimos anos da nossa existência apenas foram circunscritas na capital, Bissau», disse Aberto Djedjo.

Esta falta de sucesso do TC foi em parte atribuída por Alberto Djedjo às cíclicas crises político-militares no país, devido à forma como os recursos públicos são geridos.

A falta de transparência na execução do Orçamento Geral do Estado, nos fundos à margem da autorização orçamental, na ausência de prestação de contas das entidades em conformidade com a lei, anualmente, e na ineficácia das acções do TC derivada da falta de apoios do Governo ou por própria iniciativa da instituição, contam-se entre outras situações levantadas pelo Magistrado.

O responsável máximo do TC lembrou que a corrupção é um fenómeno extremamente perigoso, capaz de destruir uma nação, podendo assim minar a confiança dos cidadãos nas instituições.

“É inquestionável que a existência de um TC independente permite a gestão transparente das coisas públicas», referiu.

Sobre os sucessivos Governos da Guiné-Bissau, Alberto Djedjo disse que a dependência do TC a estes durante 21 anos do seu capítulo financeiro, originou grandes transtornos no seu funcionamento, ou seja, a ausência total de prestação de contas públicas.

«Onde não existe controlo das finanças públicas, o património de estado é um convite aos gestores públicos a praticarem actos ilícitos, isto é, todas as formas possíveis de desvio das suas obrigações, incluindo a corrupção», informou o magistrado.

Alberto Djedjo disse ainda que parece ser unânime o entendimento de todos, segundo o qual não é possível construir um Estado de direito democrático sem uma boa governação, que só é realizável com a existência de uma instituição superior de controlo forte e independente, o Tribunal de Contas.PNN

G.BISSAU

"ISOLAR OS GOLPISTAS."TPanaque


Guiné-Bissau “problemática”


            
Os problemas da Guiné-Bissau estão a acabar por contribuir para piorar as relações que unem aquele país a outros.
Acompanhei com alguma surpresa como as autoridades migratórias daquele país tinham caucionado a viagem de dezenas de refugiados sírios para Portugal. Atendendo ao facto de a Guiné-Bissau estar ainda a viver problemas de falência das instituições, era bom que a comunidade internacional fechasse as portas àquele país. Caso a pressão sobre as autoridades da Guiné-Bissau, saídas de um golpe de Estado, aumentasse não tenho muitas dúvidas de que aquele país regressava a uma situação democrática.

Augusto Lopes

G.BISSAU

                              nota:"GANDA TRETA"!!!Tcharles Panaque

"O ministro do Interior do Governo de transição da Guiné-Bissau, António Suca Ntchama, apresentou hoje no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) uma queixa-crime contra o Procurador-Geral da República, Abdu Mané, disse à Lusa o advogado do governante.
Basilio Sanca confirmou à Lusa a entrega da queixa-crime contra Abdu Mané, sob alegação de difamação contra Suca Ntchama e ainda violação do segredo de justiça.
A argumentação do ministro tem como base as afirmações do Procurador guineense quando este afirmou que Suca Ntchama se teria recusado a ser detido depois de ser ouvido no Ministério Público no caso do embarque forçado de 74 sírios com passaportes falsos num avião da TAP para Portugal".LUSA


 

G.BISSAU

nota:"COM ESSE TIPO DE VIGARICE,NUNCA HAVERÁ PAZ NA GUINÉ-BISSAU.SEUS VIGARISTAS!!!"Tcharles Panaque
Falha permite votar mais do que uma vez
Duplicação de cartões no processo de recenseamento eleitoral

 O Governo de transição através do Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (GTAPE), entidade encarregue do recenseamento dos eleitores, está a realizar inscrição duplicada de cidadãos em alguns círculos eleitorais do país.Confirmando este facto, a PNN teve acesso a alguns cartões de eleitores referentes ao Círculo Eleitoral n.º 29, no Sector Autónomo de Bissau, onde algumas pessoas foram inscritas por duas vezes em diferentes distritos.

A título de exemplo, conforme as imagens captadas, a cidadã Mariama Nanque foi registada por duas vezes com o mesmo nome, a mesma filiação e a mesma naturalidade na região de Biombo, Sector de Prabis.

Para além destes aspectos, no documento a que a PNN acedeu consta a inscrição em dois distritos diferentes, nomeadamente o Distrito Eleitoral 99 e o Distrito Eleitoral 100, o que permite efectuar a votação, no dia das eleições, em duas localidades.

Outros aspectos constantes no cartão de eleitor de Mariama Nanque são o seu número de Círculo Eleitoral, a região, o sector e a Mesa da Assembleia de Voto, que são os mesmos, nomeadamente os números 10, 29, 6 e 1 respectivamente, tendo como número de eleitor o 000 653 960, datado de 5 de Janeiro de 2014. A cidadã tem o número de inscrição 00010.

Além deste documento a PNN consultou ainda outros cartões de cidadãos já recenseados e outros cartões ainda por imprimir depois do recenseamento.

Há mais de três dias que algumas brigadas de recenseamento não podem trabalhar, por falta dos materiais necessários para imprimir os cartões de eleitor.PNN

A FALAR É QUE A GENTE SE ENTENDE


Nambeia,nem todos cabem lá dentro .alguns vão ter que andar com os seus próprios PÉS. É PRECISO FALAR CÁ PARA FORA .O POVO QUER SABER O QUÊ QUE TU PENSAS SOBRE TUDO AQUILO QUE ESTÁ A PASSAR NOS PREPARATIVOS DAS ELEIÇÕES:MÃ ORGANIZAÇÃO;TENTATIVA DE "FRAUDE "E  OUTRAS CÚMPLICIDADES.
"O POVO É QUEM MAIS ORDENA"

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

G.BISSAU

"...ASSIM VAI A NOSSA GUINÉ."TP

Um único posto de recenseamento eleitoral atende milhares de guineenses em Cabo Verde

O ritmo do recenseamento tem sido bastante elevado e até agora a média de eleitores registados ultrapassa os 160 por dia no único posto a funcionar no arquipélago, mais especificamente nas instalações do Consulado-geral da Guiné-Bissau na cidade da Praia.
A descontinuidade territorial constitui um dos principais problemas a enfrentar noperação uma vez que, na capital cabo-verdiana, reside apenas menos de metade dos imigrantes guineenses, que também marcam presença em grande número nas ilhas de São Vicente e Sal.
Apesar de tudo, o Cônsul-geral da Guiné-Bissau em Cabo Verde, Cândido Barbosa, está optimista quanto aos resultados da operação esperados na cidade da Praia, enquanto aguarda instruções das autoridades do seu país para, mais tarde, fazer eventualmente deslocar o referido posto para as restantes ilhas onde haja guineenses a recensear.
Voluntariado comunitário
A montagem da operação, devido à escassez de meios humanos do consulado, só foi possível com o envolvimento dos líderes associativos da comunidade, que voluntariamente se disponibilizaram para receber formação e fazer funcionar o posto de recenseamento e o kit electrónico enviado de Bissau.
“Assim que recebemos a comunicação do que devíamos fazer, contactámos imediatamente os líderes comunitários, nomeadamente a Associação dos Guineenses em Cabo Verde (AGRCV) e a Associação dos Estudantes Guineenses em Cabo Verde (AEGC), e realizámos vários encontros de trabalho para preparar a operação, que está a correr muito bem, como se pode constatar”, explicou Cândido Barbosa.
O Recenseamento Eleitoral dos guineenses residentes em Cabo Verde devia começar a 01 de Dezembro mas tal não foi possível devido aos atrasos registados no envio dos kits da Guiné-Bissau, o que condicionou o arranque na cidade da Praia, indicou o Cônsul-Geral, que diz esperar recuperar o tempo perdido e recensear “o máximo possível de eleitores” no que resta do prazo disponível.
Boa afluência
“A operação mereceu algum cuidado porque foi necessário montar o equipamento e preparar os membros da mesa e os operadores, que tiveram que receber formação específica para que tudo funcionasse na perfeição, o que está a acontecer”, adiantou o diplomata.
Cândido Barbosa esclareceu que foi necessário fazer uma forte campanha de sensibilização dirigida aos guineenses residentes no arquipélago, com “impacto bastante positivo”, acentuou.
Quanto à afluência e à forma como a comunidade se tem envolvido no processo, o Cônsul Geral da Guiné-Bissau não tem dúvidas em caracterizá-las como “exemplares”, principalmente no que respeita ao civismo, acrescentando que, “apesar das grandes filas, as mulheres e os velhos nunca são obrigados a esperar”.
Quanto ao horário de funcionamento do posto, tem sido ultrapassado todos os dias, estendendo-se até às 8 ou 09H00 da noite, em função da procura e das filas que se formam, principalmente ao fim do dia.
Tudo isso significa, na óptica de Cândido Barbosa, que o acto eleitoral em preparação na Guiné-Bissau e previsto para 16 de Março do corrente ano está a despertar “um enorme interesse” no seio da comunidade, que conta ter uma “participação activa” no escrutínio.
“Mesmo estando fora, os nossos cidadãos acompanham com muita atenção a situação no país e pretendem participar no acto de votação”, perspectivou o diplomata, que faz votos para que o recenseamento em curso possa estender-se, “senão a todos, pelo menos à maior parte dos guineenses que se encontram noutras ilhas” de Cabo Verde.
Perspectivas promissoras
De acordo com aquele representante diplomático, a prioridade, neste momento, é recensear o maior número possível de guineenses radicados na Praia, para depois se pensar em abranger os membros da comunidade que vivem, por exemplo, nas ilhas de São Vicente e Sal.
“Estamos em contacto permanente com as autoridades competentes em Bissau, às quais vamos comunicando a evolução da situação de modo a que as decisões possam ser tomadas em tempo oportuno”, referiu Cândido Barbosa a esse propósito.
O bom andamento dos trabalhos foi igualmente apontado “com satisfação” pelo Presidente da Mesa de Recenseamento, para quem o ritmo de comparência dos cidadãos guineenses em idade eleitoral activa é “muito promissor” em relação aos objectivos traçados.
“A minha satisfação advém, antes de mais, da afluência que temos registado porque testemunha, no meu entender, o grande interesse que os nossos compatriotas demonstram quanto à escolha dos futuros dirigentes da Guiné-Bissau”, explicou Teodorino de Carvalho.
8 mil por defeito
Nos cálculos do também presidente da Assembleia-Geral da AGRCV, o número de recenseados, nos primeiros dias, vem ultrapassando o inicialmente estipulado, o que permite traçar boas perspectivas para a operação em curso.
“Distribuimos todos os dias um total de 160 senhas mas normalmente esse número é ultrapassado, uma vez que a procura é muita”, indicou ressalvando os sacrifícios que as pessoas chegam mesmo a fazer para se registarem.
Segundo Teodorino de Carvalho, muitos passam o dia inteiro nas filas do consulado, mesmo sem comer, à espera da sua vez de se recensearem, havendo igualmente pessoas que faltam ao trabalho com o mesmo objectivo. A comunidade guineense em Cabo Verde é estimada em cerca de 8 mil cidadãos, mas existem dúvidas quanto a esse número, que pode pecar por defeito uma vez boa parte nunca efectuou o respectivo registo consular.O País

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

G.BISSAU

PARA UNIR, ATÉ 60%, O POVO DA G.BISSAU, É PRECISO ORGANIZAR ELEIÇÕES LIVRES,JUSTAS E TRANSPARENTES. TPanaque


"O POVO É QUEM MAIS ORDENA."